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#ColunaDiquinta – Juros, o Pai da Renda Fixa?

(Infomoney) Nessa última quarta-feira, as taxas de juros futuros dispararam com as declarações do Ministro Paulo Guedes, acerca do novo programa social do Governo, que pode romper o teto de gastos públicos. Afinal, isso implica em inflação mais alta e juros ainda maiores.

Você sabia que a taxa de juros é um dos elementos mais importantes da economia?

Quem nunca comprou algum produto, como, por exemplo, uma TV e pagou no cartão de crédito? Afinal, já sabia que no dia cinco do próximo mês, receberia seu salário e teria condições de pagar. Nessa operação, o banco adiantou o dinheiro para o lojista e cobrou um pequeno acréscimo no valor total, o juro. É bem verdade que, com essa prática amplamente utilizada, hoje, as lojas já embutem os juros no preço da etiqueta.

No século XIX, o economista Eugen Böhm-Bawerk, já falava da importância da taxa de juros para o capital produtivo. Segundo ele, os indivíduos estão dispostos a suportar uma taxa de juro positiva como contrapartida da disponibilidade no presente de um determinado volume de recursos, ao mesmo tempo que não abdicam de recursos disponíveis no presente sem a obtenção de uma compensação (taxa de juro) por esse fato.

Vemos que muitas empresas operam de maneira alavancada, buscando crédito em instituições financeiras ou no mercado de capitais. Em troca, pagam juros a seus credores. O racional disso é que com esse crédito, a empresa consiga produzir, de maneira, a ter um lucro maior que o capital tomado mais o juro contratado.

Nesse cenário, existe o tomador de crédito (quem pega emprestado) e o credor (quem empresta). Ou melhor, o tomador e o investidor. Atualmente, qualquer pessoa física pode emprestar dinheiro e receber juro por isso. Esse tipo de investimento tem um nome muito conhecido do brasileiro, renda fixa.

Você tem três opções para investir nessa classe de ativo: emprestando para os bancos e financeiras, através de CDB; LCI e LCA. Para o governo pelo Tesouro Direto e para empresas não financeiras através de debentures; CRI e CRA. Alguns desses investimentos tem incentivo fiscal do governo, portanto, não tem incidência de imposto de renda.

Vamos ao mais importante agora, a remuneração

Existem três tipos de remuneração na renda fixa, a taxa prefixada, então saberá exatamente quanto vai render no período. Ou podem estar atrelados à SELIC (taxa básica de juros) ou ao IPCA (principal índice de inflação do país).

Já decidiu em qual ativo vai investir?

Bruno Royo – Assessor de Investimentos da Diagrama

Entre em contato conosco: (11) 99332-0861 | Rua Amazonas, 439 CJ 45 – São Caetano do Sul XP (ABC) | Av. Ibirapuera, 1753 – XP Moema – SP.

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