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Decisão do Copom sobre juros, PEC dos precatórios, desemprego e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

Confira os 5 assuntos mais relevantes para ficar de olho nesta quarta-feira (27/10/2021)

Após uma nova sessão de expressiva variação para o Ibovespa (27), que fechou em queda de mais de 2%, o pregão desta quarta-feira (27) tem como destaque as expectativas pela decisão de taxa de juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom), com as expectativas para uma alta de ao menos 1,5 ponto percentual da Selic ganhando força desde a véspera após o IPCA-15. Mas ainda há quem veja uma alta menos expressiva, de 1,25 ponto, ou de até 2 pontos percentuais.

Antes do Copom,  o IBGE divulgará a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, com os números da taxa de desemprego referentes a agosto, após um Caged mostrando dados de criação de vagas um pouco abaixo do esperado, ainda que na casa dos 300 mil.

Ainda no radar, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou na véspera que pretende pautar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, com mudança no teto de gastos, nesta quarta.

Já no exterior, os principais índices dos EUA operam próximos à estabilidade após recordes na véspera, de olho na temporada de balanços. Confira os destaques:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos operam perto da estabilidade nesta quarta-feira (27).

Na terça, o Dow avançou, em seu terceiro dia de ganhos consecutivos, fechando em um patamar recorde; o S&P avançou 0,18%, em sua nona sessão consecutiva em dez, fechando também em um patamar recorde; e o Nasdaq teve alta de 0,06%, em sua terceira sessão consecutiva entre as quatro últimas, com destaque negativo para o Facebook, que perdeu 3,9%.

Na terça, Microsoft e Alphabet, dona do Google, divulgaram seus resultados, superando as expectativas. Até o momento, cerca de 30% das empresas componentes do S&P divulgaram seus resultados. Destas, 82% superaram as expectativas de rendimentos, e 80% superaram as expectativas de receita.

Nesta quarta-feira, Coca-Cola, McDonald’s, Boeing, General Motors e Harley-Davidson estão entre as empresas que devem divulgar seus resultados antes da abertura do mercado. Ford e eBay estão entre as que divulgam após o fechamento.

Ásia

As bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em queda na quarta, com destaque negativo de ações de tecnologia chinesas listadas em Hong Kong. Os papéis da Tencent recuaram 2,99%; os do Alibaba, 2,95%; e os do Meituan, 5,09%.

As quedas ocorrem apesar de dados divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China indicarem alta de 16,3% no lucro industrial do país em setembro, na comparação anual.

Europa

Na Europa, o índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, recua 0,1%, com destaque negativo de empresas de mineração. O Deutsche Bank divulgou lucro acima da expectativa, apesar de queda na receita de sua unidade de banco de investimentos. Mesmo com o resultado positivo, suas ações tiveram quedas.

Os preços do petróleo recuam mais de 1%, e os do minério de ferro avançam.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

Dow Jones Futuro (EUA), -0,01%
*S&P 500 Futuro (EUA), -0,05%
*Nasdaq Futuro (EUA), -0,07%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), -0,28%
*Dax (Alemanha), -0,31%
*CAC 40 (França), -0,24%
*FTSE MIB (Itália), -0,31%

Ásia

*Nikkei (Japão), -0,03% (fechado)
*Shanghai SE (China), -0,98% (fechado)
*Hang Seng Index (Hong Kong), -1,57% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), -0,77% (fechado)

Commodities e Bitcoin

*Petróleo WTI, -1,16%, a US$ 83,67 o barril
*Petróleo Brent, -0,96%, a US$ 85,57 o barril
*Bitcoin -6,78% a US$ 58.570,64
*Sobre o minério de ferro: **O minério negociado na bolsa de Dalian teve alta de 1%, a 707 iuanes, o equivalente a US$ 110,54.

2. Agenda

O grande destaque da sessão fica para o Comitê de Política Monetária (Copom), que anunciará a sua decisão a partir das 18h30 (horário de Brasília).

As projeções de economistas, que já era de aceleração no ritmo de alta da Selic, para entre 1,25 ponto e 1,5 ponto percentual, em meio ao cenário de deterioração fiscal com o drible no teto de gastos anunciado na semana passada pelo governo, subiram ainda mais. A possibilidade de uma alta ainda mais expressiva ganhou força e, no momento, uma alta de “pelo menos” 1,5 ponto passou a preponderar entre as expectativas.

Isso porque foi divulgado na manhã desta terça, às vésperas da reunião do Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de outubro, que teve alta de 1,20% em outubro frente setembro, em dado além do esperado.

O Goldman Sachs, por exemplo, espera que o Copom acelere o ritmo de alta das taxas para pelo menos 1,5 ponto percentual, para 7,75% ao ano. Porém, além disso, avalia uma probabilidade de 20% de uma alta ainda maior da Selic no encontro de amanhã, entre 1,75 ponto e 2 pontos percentuais.

Confira mais destaques:

Estados Unidos

8h: Associação dos Banqueiros Hipotecários (MBA na sigla em inglês) divulga pedidos de hipotecas e juros de hipotecas com vencimento em 30 anos
9h30: Pedidos de bens duráveis, balança comercial de bens e níveis de estoques no varejo e no atacado, relativos a setembro
11h30: Estoques de petróleo bruto e de combustíveis semanal, com projeção de alta de 1,914 milhão de barris

Brasil

9h: Índice de Preços ao Produtor (IPP) relativo a setembro
9h: Taxa de desemprego de agosto divulgada pelo IBGE com a Pnad Contínua, com consenso Refinitiv de taxa a 13,4%
14h30: Fluxo cambial semanal
14h30: Tesouro divulga o relatório mensal da dívida de setembro
18h: Decisão da taxa de juros Selic

Japão

20h50: Compra de títulos estrangeiros

3. Covid, máscaras, desinformação e encaminhamento da CPI

Na terça (26), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 342, alta de 7% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 409 mortes. É a primeira vez que esta comparação indica alta desde 26 de setembro.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em sete dias foi de 11.966, o que representa alta de 6% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 13.414 casos.

Chegou a 153.733.428 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 72,07% da população.

A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 112.307.569 pessoas, ou 52,05% da população. A dose de reforço foi aplicada em 7.110.518 pessoas, ou 3,33% da população.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, na terça-feira, a flexibilização do uso da máscara no Estado, e a medida será encaminhada à Secretária Estadual de Saúde para definição dos parâmetros para o fim da obrigatoriedade de uso da proteção facial.

Pelo projeto aprovado, que será encaminhado para sanção do governador Cláudio Castro, caberá às autoridades sanitárias definir o momento adequado para a flexibilização. Desde o ano passado, estava em vigor uma lei que obriga o uso do equipamento de proteção facial no Rio de Janeiro.

Além disso, a CPI da Covid no Senado aprovou na terça o pedido de quebra de sigilo telemático do presidente Jair Bolsonaro, (sem partido) dias após ele divulgar em transmissão ao vivo em redes sociais notícias falsas associando as vacinas contra o coronavírus à Aids.

A quebra de sigilo telemático requer que o Google, o Facebook, e o Twitter enviem informações como registros de conexão, informações de Android (IMEI) e dados cadastrais, além da cópia integral de todo conteúdo armazenado nas plataformas Facebook, Instagram, YouTube, e Twitter.

Também pede que o acesso às contas do presidente seja suspenso.

Em outra frente, o requerimento solicita à Advocacia do Senado Federal que represente ao STF e à PGR pedindo a investigação de Bolsonaro e o banimento de suas contas nas redes sociais.

Segundo o documento, a ação judicial tem o objetivo de fazer com que ele se retrate em cadeia nacional, desmentindo a falsa correlação entre a vacina contra a Covid-19 e o surgimento da Aids, sob pena de multa pessoal diária de R$ 50 mil por dia e descumprimento de decisão judicial.

Na segunda-feira, o Facebook e o YouTube tiraram do ar o vídeo da última live semanal de Bolsonaro, após o presidente afirmar na transmissão que pessoas vacinadas contra a Covid-19 “estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids) muito mais rápido do que o previsto”. A decisão da empresa Facebook retirou o vídeo de suas redes sociais Facebook e Instagram.

Reportagem publicada pelo portal UOL nesta quarta afirma que, apesar da comprovação científica de que remédios que compõem o kit Covid não têm eficácia contra a doença, Redenção (PA), Passo Fundo (RS), Campo Maior (PI) e Araputanga (MT) ainda realizam pregões para a compra dos remédios.

Na terça-feira, a CPI aprovou o relatório final em que aponta o presidente Bolsonaro como o principal responsável por erros na condução da pandemia do país, que levou a mais de 600 mil mortes, sugerindo o indiciamento dele por nove crimes.

O relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) que implica o presidente e diversas pessoas ligadas a ele dentro e fora do governo foi aprovado por 7 votos a favor e 4 contra.

Além de Bolsonaro, outras 77 pessoas físicas e duas empresas também foram alvos de pedidos de indiciamento.

Calheiros acatou na terça a inclusão de duas recomendações de indiciamento: Wilson Lima, governador do Amazonas e Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Estado. A inclusão de ambos foi recomendada por Eduardo Braga (MDB-AM). O senador governista Luis Carlos Heinze (PP-RS), entusiasta de remédios sem eficácia contra a Covid, chegou a ser incluído na terça, mas foi retirado do relatório final.

A conclusão dos trabalhos da CPI será remetida separadamente por diversos órgãos de investigação.

No caso das suspeitas levantadas contra Bolsonaro, o colegiado deverá entregar para o procurador-geral da República, Augusto Aras, a quem cabe formalmente dar prosseguimento às investigações.

Segundo reportagem publicada nesta quarta pelo jornal Folha de S. Paulo, o relatório final deverá ser entregue nesta quarta por congressistas à PGR, que pretende fatiá-lo, decidindo sobre investigações a respeito de Bolsonaro, de seus ministros e de parlamentares aliados, que têm foro privilegiado, e definindo para onde serão remetidos os demais apontamentos. A CPI também pretende enviar o relatório à Procuradoria dos estados.

4. PEC dos precatórios e mais

O líder do PT na Câmara, Bohn Gass (RS), afirmou nesta terça-feira que a oposição decidiu fechar questão contra a PEC dos Precatórios, proposta que o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), quer votar em plenário ainda esta semana

“Fechadérrima, não pode passar é calote, e chantagem e mentira”, disse o deputado petista à agência internacional de notícias Reuters. A proposta limita o pagamento anual deste tipo de dívida, e permitiria ao governo Bolsonaro ampliar em R$ 83 bilhões os gastos em ano eleitoral.

Reportagem de capa do jornal Folha de S. Paulo desta quarta afirma que em reunião na terça, os partidos de oposição decidiram que votariam contra o dispositivo, alegando que adiar o pagamento dos precatórios criaria uma “bola de neve”.

Na terça, o governo adiou a votação da PEC, que dribla o teto de gastos, após a oposição defender esvaziar o projeto.

A folga fiscal ocasionada pelo projeto viabilizaria ao governo bancar o Auxílio Brasil, programa substituto do Bolsa Família, no valor de R$ 400. A PEC já foi aprovada em comissão da Câmara dos Deputados, e precisa do aval de 308 dentre 513 deputados, assim como do Senado, para virar emenda à Constituição.

Segundo a Folha, líderes governistas e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) buscam obter apoio para aprovar as medidas, por meio de reuniões com representantes de partidos da base e independentes. No Senado, no entanto, há hesitação por conta da reação negativa dos mercados financeiros frente à perspectiva de driblar o teto de gastos.

Na terça, o relator da MP do Auxílio Brasil, Marcelo Aro (PP-MG), afirmou que não foi procurado pelo Ministério da Economia desde a semana passada para debater a medida provisória, e arrisca dizer que a pasta ainda não tem uma solução orçamentária para o novo programa de assistência social que substituirá o Bolsa Família.

“O Ministério da Economia está em silêncio. Eu não recebi um único telefonema do Ministério da Economia desde sexta-feira”, disse o deputado em entrevista à Reuters.

“É, assim, algo incrível, é assustador, a palavra é essa: é assustador o silêncio do Ministério da Economia em relação a isso”, afirmou. “Eu digo mais, eu não acho que eles não estejam se comunicando por má fé, não. É porque nem eles sabem o que eles vão fazer. Acho que eles estão completamente perdidos. Estão tentando achar uma solução para o problema, é isso que está acontecendo”.

Segundo Arthur Lira, muito provavelmente PEC dos Precatórios deve ir para votação nesta quarta. De acordo com ele,  há “questões legais de adequação de texto” para serem discutidas ainda com as bancadas.

Lira disse que tem dialogado com líderes da base do governo e que vai procurar lideranças da oposição “para ter um sentimento sobre o texto” da PEC dos Precatórios. “Muito provavelmente estará pronto para ir à votação amanhã”, afirmou.

Segundo ele, eventualmente podem ser apresentadas emendas de texto ou supressivas ao texto da PEC durante a votação no plenário da Câmara, “sempre para o melhor”. “Vamos aferir amanhã [hoje] se terá ou não votos, espero que tenha”, disse.

Defensor do teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação, Lira voltou a falar na necessidade de atender às famílias de baixa renda. Embora busque se distanciar do carimbo de flexibilização do teto de gastos, dizendo que tinha proposta de encaminhamento era “diferente da do governo”, ele afirma que seria “insensibilidade não tratar desse assunto”.

Mudanças na lei de improbidade

O presidente Jair Bolsonaro sancionou na terça as mudanças na lei de improbidade administrativa aprovadas pelo Congresso Nacional e alvo de críticas de entidades representativas do Ministério Púbico, mas apontada como necessária por defensores da alteração para trazer mais segurança jurídica.

De acordo com nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o texto sancionado por Bolsonaro define de forma mais clara o conceito de improbidade administrativa.

Uma das principais mudanças do texto é a necessidade de comprovação de intenção para caracterizar a conduta.

“Desse modo, a Lei de Improbidade Administrativa deixa de prever punição para atos culposos de improbidade, praticados sem a intenção de cometer o ilícito”, afirma a nota do ministério.

Para a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), no entanto, as mudanças agora sancionadas representam um retrocesso e a exigência da comprovação de intenção para configurar a improbidade pode dificultar ou até inviabilizar a prova da conduta.

Julgamento de chapa de Bolsonaro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou na noite de terça-feira o julgamento de duas ações contra a chapa presidencial vitoriosa, formada por Jair Bolsonaro e pelo general da reserva Hamilton Mourão, por disparo massivo de mensagens em redes sociais na disputa, uso de robôs na campanha e uso fraudulento de documentos de idosos para realizar essas iniciativas.

Os processos foram movidos pela chapa derrotada nas eleições encabeçada pelo PT que querem cassar o presidente e o vice por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Se isso ocorrer, eles podem perder seus mandatos e ficar inelegíveis para a disputa de 2022.

Segundo fontes do TSE, a expectativa é que as ações sejam rejeitadas pelo tribunal. Uma das fontes avalia que a instrução processual, requerida pelo Ministério Público e pelo PT, não conseguiu comprovar as alegações feitas.

Na terça, Bolsonaro comentou o julgamento e afirmou: “só Deus me tira daquela cadeira”.

Bolsonaro estuda ir ao PL

Depois de praticamente fechar sua adesão ao PP, o presidente Jair Bolsonaro deverá optar no final pelo PL de Valdemar Costa Neto, disseram à agência Reuters duas fontes que acompanham o processo.

Apesar da preferência inicial pelo partido de seu ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, a resistência de parte do PP, especialmente no Nordeste, em ser obrigado a dar palanque a Bolsonaro em 2022, dificultou o acordo.

“Estava difícil alinhar os palanques estaduais”, disse uma das fontes.

Na semana passada, parte da direção do PL se reuniu em Brasília e fechou acordo para fazer um convite formal a Bolsonaro para ingressar no partido.

Na segunda-feira, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, divulgou um vídeo nas redes sociais do partido reiterando o convite formal feito ao presidente.

No mesmo dia, o senador Wellington Fagundes (MT) confirmou que o convite estava feito.

“O que posso dizer hoje é que já temos o convite oficial. Na sexta tivemos uma conversa avançada e hoje fizemos o convite oficial ao presidente, que já sinalizou sua filiação ao PL, para construir um grande partido. O martelo está batido, o prego está fincado, só falta virar a ponta. Virar a ponta é assinar a ficha. Está bem consolidado e vamos trabalhar para construir um grande partido”, disse a jornalistas em Cuiabá.

De acordo com as fontes ouvidas pela Reuters, a filiação deve se dar em breve. Apesar de já ter dito que não tem pressa sobre sua filiação –a decisão poderia ser tomada até março de 2022–, Bolsonaro tem sido pressionado por seus aliados.

Especialmente deputados e senadores, que precisam já trabalhar em suas campanhas, querem saber qual partido devem se filiar.

5. Radar corporativo

A temporada de resultados ganha força, com a divulgação dos números do Santander, Marfrig, Banco Inter enquanto que, antes da abertura do mercado, ganham destaque os números de WEG e Gerdau.

Fonte: Infomoney

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