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#ColunaDiquinta – Energia, Petróleo e ESG – o que eles têm em comum?

Para a economia mundial, todas as mercadorias são importantes. Sem aço ou concreto, uma cadeia seria impactada. As redes elétricas que fornecem a nossa energia dependem de fios de cobre e a indústria da construção civil seria paralisada. Contudo, nos últimos cem anos, nenhum produto tem sido tão importante e, na maioria das vezes, tão problemático quanto o petróleo bruto.

Tal qual outras mercadorias, como ouro ou milho, o petróleo (e o gás natural, ao qual está intimamente vinculado e que se comporta de maneira similar) é um ativo que pode ser comercializado no mercado de futuros, e seu preço desce e sobe com o aumento e a redução da oferta e demanda.

Porém, só nos últimos anos é que os preços de energia começaram a refletir os custos no longo prazo da poluição para sociedade. Essas repercussões indiretas de uma atividade, pela qual as pessoas podem causar danos ou prejuízos dispendiosos a cidadãos inocentes sem precisarem pagar ou responder por isso, são o que o economista Arthur Cecil Pigou chamou de “externalidades” e deu origem ao Imposto Pigouviano (tributo aplicado a uma atividade de mercado que esteja gerando externalidades negativas).

Energias alternativas…

Os choques energéticos da década de 1970 levaram empresas e governos a procurar novas maneiras de melhorar a eficiência energética reduzindo a dependência do petróleo. Embora, muitas dessas novas tecnologias ainda estejam em um estágio nascente, sua adoção mostra que mesmo em um mercado inelástico (ou seja, um mercado no qual os consumidores reduzem suas compras de maneira relativamente mais lenta, como reação à aumentos de preços), aos poucos, mas firmemente as pessoas se adaptam e mudam de comportamento quando o equilíbrio entre oferta e demanda se altera.

Conclusão…

A forma mais eficiente para enfrentar a escassez de petróleo é através de inovação. Esse é um tema em voga no momento, com a ascensão do tema ESG (sigla em inglês – Governança Ambiental, Social e Corporativa) nas empresas.

 Exemplo disso é a Tesla [TSLA34]. Hoje, vale mais que todas as principais montadoras do mundo, juntas. Com mais de um trilhão de dólares em valor de mercado, há quem diga que isso é uma bolha. Mas, o fato é que a Tesla inovou, e com isso, impulsionou um mercado que antes, praticamente não existia. E você pode virar sócio dessa e outras empresas ESG comprando suas ações na bolsa de valores.

Você acha que vale a pena investir em empresas ESG?

Bruno Royo – Assessor de Investimentos da Diagrama

Entre em contato conosco: (11) 99332-0861 | Rua Amazonas, 439 CJ 45 – São Caetano do Sul XP (ABC) | Av. Ibirapuera, 1753 – XP Moema – SP.

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